segunda-feira, 26 de outubro de 2009

XIV


Don't be like the one who made me so old
Don't be like the one who left behind his name
'Cause they're waiting for you like I waited for mine
And nobody ever came...

Aos dias maus. Que amanhã possam ser melhores.

sábado, 24 de outubro de 2009

XIII



Quando passamos demasiadas noites num sítio e deixa de ser necessário combinar local de encontro. Quando nos lembramos de um sítio e nos vêm imediatamente à cabeça imensas Histórias diferentes. Quando esperamos ansiosamente pelos fins de semana para irmos a algum lado e sabemos que vamos encontrar lá amigos e contar as aventuras dos últimos dias, tudo faz mais sentido.

Noites mais vazias sem a Boca do Inferno, que se tornou o nosso "cantinho" nos últimos tempos.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

XII

Porque é que a Alfacinha gosta tanto da sua cidade?

Não faço ideia. Adoro Lisboa e lá do alto vejo o mundo, vejo as pessoas a correrem apressadas para apanhar o transporte e chegarem rapidamente a casa. Vejo as cores mudarem, a luz que vai desaparecendo, as artificiais que se vão ligando e que dão outra beleza à cidade, que se transforma para acolher novos que vão chegando.
É uma cidade com vida, com cor, com muita luz e muita alma. É uma cidade cheia de História e personalidade.

E é isto.

Já agora, está-me a dar a nostalgia e:

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

XI

Daqui a duas semanas estou a aterrar em Heathrow!
Mal posso esperar para essa aventura, há tanta coisa que quero ver e conhecer! Já me estou a imaginar a descer Oxford Street, a tirar fotos bazezas no Madame Tussauds, a ver o render da guarda, a ir passear até Liverpool e ver Anfield Road e o The Cavern! ... ai :)

Reality Check: Até lá, vai ser preciso enfrentar o meu grande drama, a Matemática! Se alguém me explicasse muito bem para que é que eu no futuro vou precisar de fazer uma primitiva por partes, agradecia! Talvez assim tivesse uma motivaçãozinha extra para estudar, que é o que me está a faltar por agora!



domingo, 18 de outubro de 2009

X (consegui!)

Boa. Consegui chegar à entrada número 10 em (espantem-se), 7 meses.
Depois de uma pequena (re)vista de olhos no blog, percebi que está tudo mais ou menos na mesma, apesar de terem sido sete longos e intensos meses. É como começar num local, dar uma volta enorme e acabar nesse ponto na mesma, mas com uma diferença (que justifica o mais ou menos e não só um "na mesma").

Nunca voltamos os mesmos. Voltamos sempre com histórias novas, pessoas novas, lições novas. E é isso que nos constrói, que nos faz crescer. Quem sabe, perceber que errámos, não voltar a cometer erros.

Ok, nevermind. Vamos para os tempos de hoje!

Good times are ahead. Já me cheira a Londres e estou ansiosa. Até lá, ainda há muito trabalho pela frente (ai, UCP, a cada dia que passa, fazes-me envelhecer duas vezes) .

Entretanto são quase duas da manhã e a semana ainda nem começou. Por isso vou-me retirar depois desta breve nota, com a promessa de que vou fazer um esforço para voltar em breve (como se viesse cá muita gente).

C.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

IX

Foi como entrar
Foi como arder
Para ti nem foi viver
Foi mudar o mundo
Sem pensar em mim
Mas o tempo até passou
E és o que ele me ensinou
Uma chaga pra lembrar que há um fim

Diz sem querer poupar meu corpo
Eu já não sei quem te abraçou
Diz que eu não senti teu corpo sobre o meu
Quando eu cair
Eu espero ao menos que olhes para trás
Diz que não te afastas de algo que é também teu
Não vai haver um novo amor
Tão capaz e tão maior
Para mim será melhor assim
Vê como eu quero
E vou tentar
Sem matar o nosso amor
Não achar que o mundo é feito para nós

Foi como entrar
Foi como arder
Para ti nem foi viver
Foi mudar o mundo
Sem pensar em mim
Mas o tempo até passou
E és o que ele me ensinou
Uma chaga pra lembrar que há um fim.

Ornatos Violeta - Chaga

segunda-feira, 18 de maio de 2009

VIII

Estou de volta, menos deprimida pelos 21. Muito mais eléctrica do que era suposto.

Nota-se logo que se aproxima época de exames. O estado do MSN que não sai de "Busy", as conversas curtas e muito sintéticas, o trabalho a acumular em cima da secretária, o excesso de livros para ler, o aumento exponencial do consumo de café e chocolates.

Começo a recusar convites para sair, começo a ir menos ao bairro, estou mais irritada.

No entanto, só há uma coisa que me define nestes momentos:



;)

With Love,

C.